- Certificado de participação, que valida a vivência como experiência formativa, além de social e artística.
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*não precisa ter experiência em dança, é uma proposta democrática para todos os corpos, é uma investigação do movimento e da sua potência transformadora.
A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) reconhece a dança como linguagem artística e a insere oficialmente no componente curricular Arte, ao lado de Artes Visuais, Música e Teatro. Isso representa um avanço importante: a dança deixa de ser vista apenas como atividade recreativa ou apoio à Educação Física e passa a ser compreendida como campo de conhecimento.
A vivência é uma oficina teórico-prática desenvolvida para adultos, com foco em professores e educadores. Apresenta intencionalidade pedagógica, pesquisa do movimento, apresentação de conceitos e diálogos coletivos.
CORPODIANAS – Corpografias do Cotidiano está ancorada em quatro eixos: Contexto, Cotidiano, Confluência e Celebração. A proposta não se trata apenas do que se faz, mas do que se é e de como o cotidiano nos atravessa. A vivência é mediada por Sheila Rocha e baseia-se em conceitos da dança moderna, como os difundidos pela multiartista e pesquisadora Inaycira Falcão. Seu método, corpo e ancestralidade, incentiva a criatividade, a experimentação, as emoções, as memórias e leva há um processo de aprendizado que potencializa as trajetórias pessoais.

“Buscar uma prática pedagógica mais coerente por meio da dança consiste em possibilitar ao indivíduo expressar-se criativamente, sem exclusões, tornando essa linguagem corporal TRANSFORMADORA e não reprodutora”.
– Marcílio de Souza Vieira–


Contribuições EMOCIONAIS do encontro:
1) (re)Conhecimento do próprio corpo
– Consciência Corporal
– Expansão e experiências do movimento
2) Cotidiano desprogramado
– Se o dia a dia é adestrado e limitado, a vivência é respiro e subversão.
– Um tempo para sair do automático, mexer o corpo e liberar as emoções.
3) Comunidade e reconhecimento
– Não é terapia, não é competição, não é misticismo.
– É encontro entre iguais, para partilhar experiências e rir juntas.
– A autoestima vem do “descobrir que sou capaz de criar”, e não da validação externa.
4) Diversão autêntica e saudável
– Espaço seguro para se divertir, rir de si mesma, dançar sem julgamento.
– Lazer e arte coletiva
5) Anti-perfeição
– Não importa o resultado, importa a experiência.
– Não há performance para mostrar, mas para partilhar.
– A criação surge do erro, do improviso, da experimentação.
Contribuições EDUCATIVAS do encontro:
1) Breve história da dança e a sua relação com a humanidade
2) Dinâmicas sociais
– Exercícios de participação e colaboração que podem ser levados para ambientes escolares e corporativos.
– Ferramentas simples para fortalecer a escuta, a cooperação e a criatividade em grupo.
3) O Jogo de Cartas “Corpografias Cotidianas”
As participantes são convidados a experimentarem um jogo de cartas que promove a criatividade, a colaboração e a livre expressão.
“Quando o cotidiano aprisiona, a dança liberta.”
Módulos da vivência:
Apresentação / Boas-Vindas:
M1. Contexto:
Contextualização e curiosidades da história da dança. Inclui uma atividade de dança para aquecimento e soltura, acompanhada da música e experiência do ritmo. O corpo é explorado como território, memória e linguagem, não se separando do espiritual ou comunitário. É visto como suporte do saber, lugar de enraizamento e potência de criação. Este módulo apresenta uma base teórica e uma dinâmica em grupo para criar vínculos.




M2. Cotidiano:
Este módulo aborda o conceito expandido de coreografia (prática coletiva de escrita com o corpo), que vai além da técnica e formalização do movimento. As participantes realizarão uma prática de “reconhecimento dos gestos e repertórios”. Este módulo desafia a visão ocidental moderna do cotidiano como banal, revelando nos gestos repetitivos e na presença os atos essenciais do viver. Propõe que o cotidiano é onde a vida se coreografa. Cada ação simples pode se tornar um gesto coreográfico, carregado de história e sentido.
M3. Confluência:
Ação conjunta entre corpos e ritmos, onde o grupo dança e canta em comunhão. Em diversas culturas, dançar é partilhar energia, memória e cuidado. Neste módulo serão realizadas dinâmicas provocadoras (e reflexivas) sobre o coletivo. Para encerrar co-criaremos uma composição coreográfica com os movimentos criados durante a vivência, respeitando a contribuição individual e suas histórias.
M4. Celebração:
Módulo exclusivo para turmas presenciais.
M5. Materiais de Apoio:
Artigos, Vídeos, Referências Bibliográficas.

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