A gente vê a tecnologia ocupar todos os espaços, mas a pergunta que eu me faço é: quem está alimentando o sentido desses espaços?

Se nós, que acreditamos na educação e nas artes como caminhos para a justiça social, recuarmos por medo ou por achar a tecnologia complexa demais, a gente deixa o campo livre. E aí, nossos alunos e o público vão consumir apenas o que o algoritmo de entretenimento entrega: conteúdos vazios e enviesados.

O vídeo acima é uma resenha do artigo da cientista da computação e hacker antirracista Nina da Hora chamado ‘Imagens que a máquina lê, mundos que ela apaga’. Ele nos alerta sobre como as IAs podem apagar saberes de grupos marginalizados.

Isso reforça a minha defesa: a tecnologia deve ser uma metodologia para a justiça social. Se você sente que faz sentido parar de demonizar as tecnologias e começar a ocupar esse espaço com intenção e ética, assiste o vídeo e compartilha como a tecnologia tem atravessado os seus projetos educativos ou artísticos.

VAMOS FALAR DE ARTE, TECNOLOGIA E TRANSFORMAÇÃO SOCIAL?